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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

MISSA DE ANIVERSÁRIO DE ANA JÚLIA



A nossa ex governadora Ana Júlia Carepa convida a todos (as) para a missa que realizar-se-á nesta sexta dia 20 de dezembro em alusão a mais um ano vitorioso de vida desta valorosa companheira. Parabéns Ana Júlia!

MISSA DE AÇÃO DE GRAÇA PELO ANIVERSÁRIO DE ANA JÚLIA.
LOCAL: Igreja São José. Rua Domingos Marreiros com Doca de Souza Franco.
DATA: 20/12/2013 (Sexta feira).
HORA: 18 horas.

sábado, 23 de março de 2013

E AGORA JATENE?

TCE COMPROVA QUE EMPRÉSTIMO 366 FOI APLICADO CORRETAMENTE

A DIREÇÃO E A BANCADA DO PT
EM 2011, NA 
COLETIVA DE  IMPRENSA
O atual governador do Pará, quando assumiu o mandato em 2011, afirmou na mídia que o Estado estava com suas contas desequilibradas (desequilíbrio que, segundo ele, devia-se ao governo do PT) e alardeou supostas irregularidades na Operação de Crédito nº 10.2.0517.1, contraída pelo Governo Ana Júlia junto ao BNDES, como forma de compensar o estados pelas perdas de arrecadação decorrentes da diminuição do repasse do Fundo de Participação dos Estados em 2009, que ficou popularmente conhecida por essas bandas como o 366.

Desde então, o suposto desequilíbrio ficou doce na boca do governador, que usa essa desculpa sempre que é cobrado pela letargia de seu governo e pelo não cumprimento de suas promessas de campanha. Na ocasião, a direção estadual e a bancada do PT deu uma coletiva de imprensa refutando as acusações do governador e reafirmando sua confiança que o Tribunal de Contas e a Justiça iriam descredibilizar todas as acusações feitas pelo atual governo.

Pois bem. Eis que o Blog do deputado Carlos Bordalo publicou na última sexta-feira (22) uma boa notícia. Finalmente saiu o relatório da auditoria especial feita pelo Tribunal de Contas do Estado e, após analisar cada nota de empenho, afirmou não ter encontrado quaisquer erros ou desvios no empréstimo 366 e atesta cabalmente não existir qualquer desequilíbrio orçamentário, de caixa ou fiscal, quando o PT saiu do governo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Jatene se dá conta, 11 meses depois, que Bolsa Trabalho é um ótimo programa de inclusão e inicia recadastramento dia 5

No Blog do Dep. Carlos Bordalo 


 
O Bolsa Trabalho foi um programa de inclusão de jovens criado no governo do PT no Pará, um excelente programa social voltado para a juventude, no governo da companheira Ana Júlia, do PT. Ao assumir o governo este ano, o governo tucano de Jatene suspendeu o programa, causando imensos prejuízos à juventude, em especial os mais pobres, principais beneficários do programa.

Agora, passados mais de 11 meses, finalmente o governo tucano resolveu fazer o recadastramento de jovens e adultos. Tomara que esse recadastramento seja no sentido de incluir e dar oportunidade aos jovens, pois 11 meses sem o Bolsa Trabalho já é um enorme e substancial prjuízo.

Enfim, antes tarde que nunca.

O recadastramento será no Banco do Estado do Pará (Banpará), Agência Senador Lemos, na avenida Senador Lemos, n° 321, em Belém, no período de 5 a 16 de dezembro de 2011.
 
Confira a notícia no portal do governo

O Edital de Convocação – Recadastramento dos Bolsistas do Programa Bolsa Trabalho foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 30/11/2011, sob o n° 312799 e Portaria n° 1236/11 – Seter, assinados pelo secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Renda, Júnior Hage. Para ter direito ao recadastramento, o bolsista deve apresentar, obrigatoriamente, os seguintes documentos:

Carteira de Identidade (RG) – original e cópia
Cadastro de Pessoa Física (CPF) – original e cópia
Comprovante de residência - original e cópia

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A Igualdade Racial no Pará

No blog As Falas da Pólis.

 
Confiram a entrevista concedida ao blog, via bate papo do Facebook, pelo professor universitário e afro-religioso Arthur Leandro, que neste Dia da Igualdade Racial, revela o quanto a sociedade brasileira e principalmente o Estado continuam omissos na garantia de direitos das comunidades negras que lutam pela afirmação de seus valores culturais e relegiosos.




 
Diógenes Brandão - Qual é o contexto de discriminação contra as comunidades tradicionais de terreiros?

Arthur Leandro - Nossa situação é fruto da violência da colonização portuguesa que resulta em 04 séculos de perseguição por parte da Igreja Católica - na monarquia portuguesa e império luso-brasileiro. Depois fomos perseguidos pelo estado republicano, pois mesmo que a primeira constituição já tivesse um artigo que garantisse a liberdade de culto religioso, essa liberdade vinha acompanhada de um parágrafo único que dizia que “desde que [o culto religioso] não perturbasse a ordem e os bons costumes”, e, como os juízes dessa causa eram racistas e cristãos, uma religião de gente negra e que canta, dança incorpora e faz oferendas... Era considerada perturbadora dessa dita ordem e bons costumes.


Quando a constituição de 1988 finalmente tira esse parágrafo único do texto constitucional é que legalmente passamos a ter o direito pleno à consciência religiosa e aos cultos religiosos, mas é mais ou menos no mesmo período que um outro fenômeno ganha força no Brasil: o fundamentalismo cristão das seitas neo-pentecostais. A questão problemática é a imposição dos fundamentos teológicos de uma crença sobre a outra através da força, e no caso dos brasileiros, e para piorar a situação, essas seitas fundamentalistas que elegem as religiões afro-brasileiras como “o demônio a ser combatido” usam do poder econômico para fazer campanhas difamatórias através dos meios eletrônicos e digitais de comunicação de massa dos quais são proprietárias, e eles possuem emissoras de televisão e emissoras de rádio - que são concessões públicas do Estado brasileiro através de seu presidente – e esse espaço público concedido pelo presidente é utilizado para juntar um “exercito de Deus”, ou outros nomes como “batalhão de Jesus”, para duas funções: 1) promover uma guerra santa contra as praticas religiosas afro-brasileiras; e 2) promover candidatos a cargos eletivos políticos e, com eles, ou vem gestões da administração pública (principalmente em prefeituras de interior) que promovem verdadeiras caças às bruxas e jogam no lixo a laicidade constitucional do Estado Brasileiro, ou então vem os legisladores a propor Leis que trazem em seus textos (abertamente ou nas entrelinhas) impedimentos às nossas práticas religiosas...

Diógenes Brandão - Mas o que as políticas públicas aplicadas pelos governo federal e estadual mudou essa situação nos últimos 10 anos?


Arthur Leandro - (risos) Muito pouco. Na verdade considero que nenhum governo tem o poder, e nem pode ter a pretensão, de em uma única década mudar a cultura social de segregação que foi construída em cinco séculos de práticas racistas, intolerantes e discriminatórias.
 

domingo, 18 de setembro de 2011

Encontro de Mulheres do PT-Belém reelege Aparecida Igreja e lança nota de apoio à Ana Júlia

Mesa de Abertura contou com vereadores Adalberto Aguiar e Marquinho e de Apolônio Brasileiro, presidente do PT-Belém, além das companheiras Lúcia e Aparecida da Setorial de Mulheres.

Reunidas durante todo esse sábado (17), cerca de 150 companheiras que estiveram no Encontro Setorial de Mulheres do PT-Belém, puderam ouvir pela parte da manhã, o relato sincero e esclarecedor da ex-governadora Ana Júlia Carepa, sobre os recentes ataques proferidos pelo PSDB e aliados do governo Simão Jatene.

Além de deixar nítida a comparação entre os dois perfis de governo dos tucanos e do PT, Ana Júlia deu exemplos de como criaram o factóide sobre o empréstimo 366 e como estão utilizando de forma politiqueira a recente decisão do Tribunal Eleitoral  do Pará - TRE-PA, em multá-la por acusações de abuso de poder ecônomico.

Ana Júlia, elogiou a luta das companheiras petistas pela dignidade dentro e fora do partido.

O Encontro continuou com as atividades programadas e no final, por unanimidade, a plenária feminina resolveu aprovar uma moção de apoio à Ana Júlia, além de conclamar a militância petista para a defesa do legado positivo do governo petista, o qual melhorou a condição de vida de milhares de paraenses, e que infelizmente, mesmo tendo realizado diversas obras e políticas públicas marcantes no Pará, não conseguiu reeleger-se, mas mesmo asssim continua sob fogo cruzado, seja pelos partidos conservadores, seja através de empresas de comunicação do Pará e alguns parlamentares sem compromisso com a verdade dos fatos.

Aparecida igreja e demais companheira da Setorial de Mulheres do PT-Belém. 

O fato mais marcante do Encontro foi da unidade girar em torno do compromisso por uma setorial atuante e de luta e assim, por unanimidade, Aparecida Igreja foi reeleita Secretária Municipal de Mulheres do PT e houveram muitas comemorações sobre a mudança estatutária, recentemente aprovada no 4º Congresso Nacional do PT, a qual garante a partir de agora, a paridade de gênero, nos cargos de direção partidária, um dos acontecimentos mais marcantes neste 31 anos de vida do partido e amplamente festejado pelas petistas, já que garante no mínimo 50% de vagas para mulheres.


Segue a nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE


As forças conservadoras e retrógradas do Pará, há anos se revezando no comando do governo estadual, mesmo tendo retornado no último pleito, ocorrido em outubro de 2010, não se conformam por terem sido derrotadas em 2007 pela coligação liderada por  um partido de esquerda e, principalmente, por terem perdido para uma Mulher:  A companheira Ana Julia Carepa, que em apenas 4 anos de mandado foi capaz de implementar ações e obras que estavam engavetadas havia décadas e que uma vez efetivadas, implicaram em mudanças positivas na vida de nosso povo. O mandato da companheira, entretanto, foi marcado pelo desgaste político e a execração pública, que visava tão somente desqualificá-la enquanto governante e, em especial pelo fato de ser mulher. E para tal, não pouparam esforços e nem espaço na mídia local, dominada por dois grandes grupos de comunicação que prestam diariamente um desserviço à população, ao invés de cumprir com seu verdadeiro papel que é o de bem informar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Debate sobre a Divisão do Estado Mobiliza a Militância‏



O debate sobre a divisão do Estado do Pará, promovido na noite de ontem, no auditório setorial básico da UFPA, reuniu militantes e dirigentes do Partido dos Trabalhadores, pró e contra a divisão, e aguçou o interesse no debate aprofundado ao invés dos discursos apaixonados que a campanha de ambos os lados tem mostrado desde quando o plebiscito foi aprovado.

O professor Doutor Carlos Augusto da Silva Souza fez a introdução do tema com uma abordagem cheia de informações socioeconômicas e traçou um perfil geopolítico hipotético dos futuros Estados.


Os deputados Cláudio Puty e Valdir Ganzer, o vereador Alfredo Costa e a ex-governadora Ana Júlia compuseram a mesa e, logo após a apresentação do professor convidado, expuseram preocupações, reconheceram as dificuldades pelas quais os municípios paraenses atravessam e manifestaram seus pontos de vista favoráveis a manter o Estado do Pará por inteiro, porém com desenvolvimento e justiça social em todas as regiões.



Na ausência de parlamentares pró-divisão, a mesa foi composta com o militante Guilherme Massena, que defendeu a criação do Estado do Tapajós com ênfase em dados e informações contundentes e suscitou a necessidade de emancipação da região que há décadas a reivindica.

A militância também em suas falas defendeu seus pontos de vista e demostrou estar atenta ao plebiscito, além de proporem mais debates com informações e dados aprofundados sobre a questão, para que a sociedade paraense não fique refém da propaganda que já está sendo veiculada, mesmo sem a autorização legal do TRE-PA.