Artigo do membro do Diretório Municipal do PT de Belém, Rubens "Camelô" Alves da Silva, para o Blog do PT Belém.
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| RUBENS CAMELÔ É FORMANDO DO CURSO DE LETRAS DA UFPA E MEMBRO DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PT BELÉM |
Essa legitimidade por mandato tem origem na tomada do poder pelo povo, que se opõe à soberania de direito divino. Segundo esta legitimidade, o poder de mando é do povo, mas como não é possível que todos os cidadãos de uma cidade possam exercer tal poder, essa legitimidade é delegada a alguns cidadãos, que exercerão o poder através de uma legitimidade representativa, por meio da delegação de uma maioria simples. Assim, os “mandatários” ou “mandatados” assumem um cargo o qual os obriga a serem responsáveis por seus atos perante aqueles que o elegeram (o povo). “O revestimento de tal poder público é em caráter de procuração, que constantemente deve ser questionado e renovado” (CHARAUDEAU 2008, p.73,74).
Bem! Quero marcar neste texto as inúmeras alternativas apresentadas pelo poder público, naquela ocasião do embate "ideológico" entre a Prefeitura e os camelôs, em uma dada conjuntura social (2008). Diante do exposto, a Prefeitura Municipal de Belém apresentava como propostas:
1. Espaço Palmeira;
2. Terreno do BASA;
3. O antigo prédio do INSS, na Avenida Presidente Vargas;
4. Linha de crédito no Fundo Ver-o-Sol;
5. Vagas de emprego que DUDU havia pedido a seus “amigos lojistas”;
6. A criação de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) entre as partes (PMB e Camelôs);
7. Vagas em feiras dos bairros onde moravam os camelôs.
E quantas dessas propostas e alternativas foram de fato executadas em favorecimento aos trabalhadores informais? Alguém sabe? Pois é!
2. Terreno do BASA;
3. O antigo prédio do INSS, na Avenida Presidente Vargas;
4. Linha de crédito no Fundo Ver-o-Sol;
5. Vagas de emprego que DUDU havia pedido a seus “amigos lojistas”;
6. A criação de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) entre as partes (PMB e Camelôs);
7. Vagas em feiras dos bairros onde moravam os camelôs.
E quantas dessas propostas e alternativas foram de fato executadas em favorecimento aos trabalhadores informais? Alguém sabe? Pois é!
